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COLÉGIO ESTADUAL


BANDEIRANTES D'OESTE


ENS. FUND. E MÉDIO





**É UMA ESCOLA


DO CAMPO**


 

 



.... Então o camponês descobre que, tendo sido capaz de transformar a terra, ele é capaz também de transformar a cultura, renasce não mais como objeto dela, mas também como sujeito da história”

Paulo Freire




A IDENTIDADE DA ESCOLA DO CAMPO


A identidade da escola do campo é definida pela sua vinculação às questôes inerentes à sua realidade, ancorando-se na temporalidade e saberes próprios dos estudantes, na memória coletiva que sinaliza futuros, na rede de ciência e tecnologia disponível na sociedade e nos movimentos sociais em defesa de projetos que associem as soluções exigidas por essas questões a realidade social da vida coletiva no país.

(art. 2º § único das Diretrizes)


 

COMPREENSÃO DE CAMPO


A educação do campo, tratada como educação rural na legislação brasileira, tem um significado que incorpora os espaços da floresta, da pecuária, das minas e da agricultura, mas os ultrapassa ao acolher em si os espaços pesqueiros, caiçaras, ribeirinhos e extrativistas. O campo neste sentido é mais que um perímetro não-urbano, é um campo de possibilidades que dinimizam a ligação dos seres com a própria produção das condições de existência social e com as realizações da sociedade humana”



CONCEITO DE CAMPO


O campo de múltiplos sujeitos:

Assalariados rurais temporários, posseiros, meeiros, arrendatários, acampados, assentados, reassentados atingidos por barragens, agricultores familiares, vileiros rurais, povos da florestas, indígenas, descendentes negros provenientes de quilombos, pescadores, ribeirinhos, e outros mais.



PRINCÍPIOS


A Educação do campo deve ser construída a partir da diversidade dos sujeitos do campo: comunidades negras rurais, quilombolas, bóias frias, assalariados rurais, posseiros, meeiros, arrendatários, acampados, assentados, reassentados atingidos por barragens, agricultores familiares, vileiros rurais, povos das florestas, indígenas, pescadores, ribeirinhos, entre outros;

O povo do campo tem direito a uma escola do campo, política e pedagogicamente vinculada à história, à cultura e as causas sociais e humanas dos sujeitos do campo;

Participação das comunidades do campo na construção de políticas públicas, no projeto político pedagógico e nos currículos;

A educação do campo é um processo de formação humana produzida em diferentes espaços;

A educação do campo está comprometida com um modelo de desenvolvimento social, economicamente justo e ecologicamente sustentavel


GESTÃO ESCOLAR PRINCIPIO DA DEMOCRACIA

(ARTS. 10º E 11)


  • Garantia da participação das famílias, da comunidade, dos educadores, da equipe pedagógica, dos movimentos sociais.

  • Elaboração do projeto político-pedagogico e do regimento escolar garantindo a autonomia da escola e a participação democrática.

  • Formação de colegiados para a gestão da escola – fortalecimento dos conselhos que propugnam por um projeto de desenvolvimento para o campo.


DIRETRIZES CURRICULARES DA EDUCAÇÃO DO CAMPO



Respeito à diversidade e cumprimento pleno dos artigos 23, 26 e 28 da Lei 93/94/96.


Art. 23. A educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar.

§ 2º O calendário escolar deverá adequar-se às peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, sem com isso reduzir o número de horas letivas previsto nesta Lei.

Art. 26. Os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.

Art. 28. Na oferta de educação básica para a população rural, os sistemas de ensino promoverão as adaptações necessárias à sua adequação às peculiaridades da vida rural e de cada região, especialmente:


I - conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais necessidades e interesses dos alunos da zona rural;


II - organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas;


III - adequação à natureza do trabalho na zona rural.

SAIBA UM POUCO MAIS

DIRETRIZES OPERACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA NAS ESCOLA DO CAMPO

 

Participação em Eventos

29/06 Festa Junina

18/09 Reunião com Degustações de Pratos

25/09 1º Fest Dance

16, 17 e 18/10 Jogos Escolares


















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